O
homem primitivo se utilizava de sinais sonoros para se comunicar, na
antiguidade tarefas eram cumpridas ao som de música. Aristóteles dizia que
“pelo ritmo e melodia” nasce uma grande variedade de sentimentos. E hoje,
muitos profissionais de saúde a utilizam como aliada na recuperação de
pacientes. Médicos de diversas especialidades adotam a musicoterapia como recurso multidisciplinar no tratamento de inúmeras doenças, como hipertensão, enfermidades cardiovasculares
e até câncer.
Durante
a Segunda Guerra Mundial começaram a levar música aos hospitais, com o objetivo
de auxiliar o tratamento dos feridos. Após resultados positivos nasceu, em
1944, nos Estados Unidos, o primeiro curso de musicoterapia.
O
principal objetivo da musicoterapia é fortalecer os pacientes emocionalmente,
para que esse fortalecimento contribua no seu posicionamento durante o
tratamento clínico. Por exemplo, alguns estudos indicam que a música
potencializa a reabilitação de doenças degenerativas do cérebro, como Parkinson
e Alzheimer.
Apesar
de muitos profissionais adotarem a prática, e defenderem a sua eficácia nos
tratamentos clínicos, não há comprovação científica dos resultados da
musicoterapia. A bibliografia é restrita existindo poucos artigos sobre o tema,
e um número reduzido de profissionais que a utilizam no dia a dia, mesmo sem
comprovação nos casos clínicos.
Considerando
que muitos acreditam que todos têm trilha sonora. Podemos adotar o hábito da
música no nosso cotidiano. Alivia tensões, é relaxante, chega ser instrumento
de reflexão. Ouvir música é saudável para todos.

